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Conheça um pouco da história da Chesf em vídeo
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57 Anos
 
  
Delmiro Gouveia constrói Angiquinhos, primeira usina do Nordeste a aproveitar o potencial hídrico da cachoeira de Paulo Afonso, no rio São Francisco.
  
     
 
Criação da Chesf, através do Decreto Lei nº 8.031, de 3 de outubro de 1945. Seu idealizador foi o engenheiro agrônomo Apolonio Sales, Ministro da Agricultura no governo do presidente Getúlio Vargas.
 
     
 
Realização da primeira Assembléia de Acionistas em 15 de março, formalizando o início das atividades da Chesf. O ano também foi marcado pelo começo da construção da hidrelétrica de Paulo Afonso I, primeira grande usina da Chesf erguida no rio São Francisco.
 
     
 
Entrada em operação da Usina de Paulo Afonso I, com 180 mil kW de potência instalada.
 
     
 
Criação da Eletrobrás, empresa do Governo Federal, encarregada de coordenar o setor elétrico brasileiro. Entrada em operação da hidrelétrica de Paulo Afonso IIA, com uma potência de 215 mil kW.
 
     
 
Funcionamento da usina de Paulo Afonso IIB. Mais 228 mil kW de potência instalada no Nordeste.
 
     
  Funcionamento da usina de Paulo Afonso III. Uma usina com 794 mil kW.  
     
  A sede da Chesf foi transferida do Rio de Janeiro para o Recife.  
     
 
Começo da operação da hidrelétrica Apolonio Sales, uma usina com 400 mil kW. O nome é uma homenagem ao idealizador da Chesf.
 
     
 
Entrou em operação a Usina Hidrelétrica de Sobradinho, com 1 milhão e 50 mil kW de potência instalada. Sobradinho gera energia a partir do aproveitamento das águas de um dos maiores lagos artificiais do mundo, o reservatório de Sobradinho, com uma área de 4 mil km² e capacidade de 34 bilhões de m³. Serve para regularizar a vazão do rio São Francisco.
Início do funcionamento da usina Paulo Afonso IV. A última e mais moderna do Complexo de geração em Paulo Afonso, Bahia, com uma capacidade instalada de 2 milhões 462 mil kW.
 
     
 
Interligação dos sistemas de transmissão de energia entre as regiões Norte e Nordeste. A Chesf e a Eletronorte iniciam o intercâmbio de energia através da rede Boa Esperança-Imperatriz.
 
     
 
Funcionamento da hidrelétrica Luiz Gonzaga (Itaparica), com uma capacidade instalada de 1 milhão e 480 mil kW
 
     
 
Entrou em operação a hidrelétrica de Xingó, a maior e mais moderna da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco. Sozinha, possui 30% da capacidade de geração de energia da Chesf, com uma potência instalada de 3 milhões e 162 mil kW.
 
       
 
Foi iniciado um novo ciclo de ampliação do sistema de transmissão, com o acréscimo de 2.324 km de linhas de transmissão, nas tensões de 500 e 230 kV, e adição de 8.466 MVA de transformação nas subestações, no período de 1997 a 2003, com investimentos realizados da ordem de R$ 2.055 milhões.
 
     
 
A Chesf começou a executar o maior programa de transmissão de energia já realizado na história do Nordeste. E começou a construção de mais de 5 mil e 400 quilômetros de linhas. Novas subestações e ampliações das existentes reforçam a transmissão de energia elétrica com mais 8 mil e 800 megavolt-ampères. O programa tem um investimento de 1 bilhão e 800 milhões de reais, que fazem surgir 240 mil empregos diretos e indiretos.
 
     
 
A Chesf dá o primeiro passo no novo Mercado Atacadista de Energia (MAE). No primeiro leilão de energia das empresas geradoras, a Companhia conquista 15 novos clientes de Norte a Sul do Brasil.
 
         
    A Chesf volta a participar maciçamente na ampliação do sistema de transmissão do Nordeste, com a permissão especial para participar de licitações de concessão da ANEEL. Foi constituído o consórcio AC Transmissão, formado pela Chesf e pela Companhia Técnica de Engenharia Elétrica - ALUSA, que sagrou-se vencedor do lote C do leilão promovido pela ANEEL, ficando responsável pela implantação da LT 500 kV Teresina II / Sobral III / Fortaleza II C2, com extensão de 541 km e da ampliação das subestações terminais.  
         
   

O ano de 2004 foi marcado pela implantação do Novo Modêlo do Setor Elétrico Brasileiro, pela instalação da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e criação da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

A Chesf participa do primeiro leilão de energia para empreendimentos existentes, assegurando contratos com receita até 2014, através da venda de 3.692 MW médios. Participa também do leilão de transmissão promovido pela Aneel, saindo-se vencedora dos lotes correspondentes às LTs de 230 kV, Milagres/Coremas e Milagres/Tauá.

 
         
    A Chesf conclui a implantação do sistema bicombustível, gás natural-óleo diesel, para operação dos cinco grupos turbogeradores da Usina Termelétrica de Camaçari.

Consolidação da Chesf como empresa fomentadora das manifestações culturais e artísticas através do patrocínio de 581 projetos inspirados na cultura popular do Nordeste e nos esportes.
 
         
   

O consórcio formado pela Chesf, Eletronorte e Odebrecht S.A. obtém, através de leilão promovido pela Aneel, a concessão para implantar e explorar o aproveitamento hidrelétrico Dardanelos, de 261 MW, situado no Rio Aripuanã (MT). O investimento previsto da Chesf é de R$ 574.114 mil.

Conclusão das subestações Tauá (CE) e Joairam (PE), ambas em 230 kV.

 
     

 

 
   

Conclusão do empreendimento Milagres-Tauá, integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com a construção, montagem e energização da linha de transmissão de 230 kV Milagres/Tauá, com 208km de extensão, da subestação Tauá, com 100 MVA de transformação, e da ampliação da subestação Milagres.

Aumento, em 660 MVA, da capacidade de transformação de energia elétrica no Sistema de Transmissão da Chesf.

 
         
   

A Chesf chega aos 60 anos, no dia 15 de março, consolidada como uma das maiores e mais rentáveis do Setor Elétrico. Apresenta-se forte e competitiva, ao participar com agilidade, transparência e robustez do mercado de energia elétrica, atendendo às metas e expectativas empresariais. Faz investimentos da ordem de R$ 650 milhões em obras de Transmissão, para ampliar sua capacidade de atendimento e manter níveis de excelência nos serviços prestados. Integra o conceito de sustentabilidade ao negócio da Empresa, buscando fincar sua atuação no tripé "ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável".

 
     

 

 
 
www.chesf.gov.br